Mapa Classificação

Snakes: A Sociedade do Véu Negro

Propriedades
Nome da tribo:Snakes: A Sociedade do Véu Negro
Sigla:SNK
Número de membros:53
Pontos dos 40 melhores jogadores77.311.270
Total de pontos:78.415.811
Média de pontos:1.479.544
Classificação:3
Oponentes derrotados: 1.688.572.273 (4.)
» Ficha da tribo (link externo)

Membros da tribo

Nome Classificação Pontos Classificação global Aldeias
Sarayu 1 10,933,175 34 1071
Jr710 2 10,903,247 35 900
Rui V 3 10,886,911 36 1075
Yvens Gracie 4 8,235,708 62 769
Radiance7 5 7,686,096 67 814
Belite 6 7,362,236 70 719
nataps 7 4,262,905 97 481
P4ND4 8 4,227,725 98 518
P3QU3N0 9 2,779,698 107 277
Rei rafael ribeiro 10 2,770,454 108 299
GuueeeraT 11 980,758 133 154
Himself 12 460,049 147 105
Lari Queiroz 13 390,527 151 38
Arthos Valebrage 14 349,993 153 36
Maelik 15 340,081 154 32
Rei Kael 16 282,502 163 27
Draven 17 281,778 164 31
Varian Balak 18 279,007 166 26
MimilaDias 19 275,924 168 29
Elyon 20 248,892 170 27
Galen 21 240,715 171 25
Roderick Stormhardt 22 238,073 172 23
Vael 23 213,518 175 21
Solen 24 188,184 178 22
Aric 25 183,899 180 19
Varric 26 178,230 182 19
Rei Daeron 27 171,103 184 19
Zephan 28 168,622 187 18
Sareth 29 167,483 188 17
Toren 30 162,749 190 18
Enzar 31 161,563 191 20
Korrin 32 158,559 192 17
Price Ronan 33 157,863 193 17
Razen 34 155,696 194 17
Tharos 35 152,659 195 17
Kaeros 36 152,531 196 20
Caelum 37 140,465 197 17
Azrael 38 134,013 200 15
GermanHood 39 126,214 203 14
Alden 40 121,465 205 16
Kaladin Stormblessed 41 119,608 206 14
Zephar 42 101,085 208 11
Noctar 43 99,485 209 11
Senhor Peixoto 44 98,228 210 10
Oryn 45 95,058 213 13
Varyn 46 90,572 214 10
Ajaxx 47 86,280 217 11
Mikaelz 48 84,064 218 9
Sir Garruk 49 81,833 219 8
Malric 50 67,996 225 8
Cedric 51 65,097 226 6
nathansiq 52 60,380 228 7
Arvox 53 54,855 233 5
Brasão
Descrição
Snakes: A Sociedade do Véu Negro

Nas eras em que o mundo ainda era regido pelo fio da espada e pelo peso da honra, surgiu nas sombras uma irmandade que não buscava coroas, nem tronos, nem glória cantada por bardos — mas sim lealdade inquebrável.

Chamavam-se Snakes: A Sociedade do Véu Negro.

Forjados na adversidade, seus membros não eram unidos por sangue, mas por juramento. Cada guerreiro que adentrava o círculo sagrado aceitava não apenas carregar o brasão da serpente, mas também o peso eterno da palavra empenhada. Diziam que a serpente dourada, enroscada na lâmina ancestral, não simbolizava traição — mas vigilância. Silêncio. Estratégia. Ataque preciso.

Viviam nas sombras para que seus aliados pudessem caminhar na luz.
Lutavam nas noites mais densas para que a aurora nascesse livre.

Entre eles não havia espaço para covardia, tampouco para abandono. Um Snake jamais deixava outro para trás. Se um caía, todos sentiam. Se um sangrava, todos avançavam. Se a morte se apresentasse no campo de batalha, eles a encaravam com os olhos firmes e o coração resoluto — pois melhor era tombar com honra ao lado dos irmãos do que viver na vergonha da deserção.

Seu lema ecoava antes de cada combate, sussurrado como oração e bradado como sentença:

“Não recuamos. Não esquecemos. Não falhamos.”

Recuar seria trair o juramento.
Esquecer seria negar a própria história.
Falhar seria abandonar aqueles que confiaram suas vidas à lâmina da serpente.

E assim marchavam — destemidos, estrategistas, implacáveis quando necessário — mas sempre fiéis. Pois acima da vitória estava a irmandade. Acima da conquista, a honra. E acima da própria vida, o pacto selado sob o Véu Negro.

Enquanto houver um Snake de pé, a chama da Sociedade jamais se apagará.