Mapa Classificação

Snakes: A Sociedade do Véu Negro

Propriedades
Nome da tribo:Snakes: A Sociedade do Véu Negro
Sigla:SNK
Número de membros:54
Pontos dos 40 melhores jogadores85.656.427
Total de pontos:86.861.868
Média de pontos:1.608.553
Classificação:3
Oponentes derrotados: 1.351.432.353 (4.)
» Ficha da tribo (link externo)

Membros da tribo

Nome Classificação Pontos Classificação global Aldeias
Sarayu 1 12,281,570 18 1188
Jr710 2 10,695,801 26 885
Rui V 3 10,451,805 28 1043
Belite 4 9,010,506 42 882
Yvens Gracie 5 8,681,066 45 816
Radiance7 6 7,882,562 60 808
P3QU3N0 7 7,221,075 70 716
nataps 8 4,568,273 102 510
P4ND4 9 4,214,966 106 508
Rei rafael ribeiro 10 2,898,994 119 320
GuueeeraT 11 1,030,685 141 166
K.A.M.I.K.A.Z.E 12 642,466 149 94
Himself 13 460,128 159 105
Lari Queiroz 14 387,946 161 38
Arthos Valebrage 15 346,762 164 36
Maelik 16 330,349 166 32
Rei Kael 17 280,346 172 27
Varian Balak 18 278,432 174 26
Draven 19 277,140 175 31
MimilaDias 20 262,452 179 29
Elyon 21 245,554 182 27
Roderick Stormhardt 22 237,027 183 23
Galen 23 236,638 184 25
Vael 24 211,268 188 21
Aric 25 183,899 191 19
Solen 26 179,162 192 22
Varric 27 173,563 193 19
Zephan 28 166,684 197 18
Sareth 29 166,603 198 17
Rei Daeron 30 165,962 199 19
Toren 31 162,661 200 18
Enzar 32 159,330 202 20
Korrin 33 156,947 203 17
Price Ronan 34 155,918 204 17
Razen 35 152,829 206 17
Tharos 36 152,659 207 17
Kaeros 37 151,154 208 20
Caelum 38 136,960 212 17
Azrael 39 132,071 214 15
GermanHood 40 126,214 215 14
Kaladin Stormblessed 41 114,878 217 14
Alden 42 114,385 218 16
Zephar 43 101,085 221 11
Senhor Peixoto 44 98,228 222 10
Noctar 45 98,105 223 11
Oryn 46 92,365 224 13
Varyn 47 87,152 226 10
Ajaxx 48 85,594 228 11
Mikaelz 49 84,064 229 9
Sir Garruk 50 81,568 230 8
Malric 51 67,642 244 8
Cedric 52 65,140 246 6
nathansiq 53 60,380 248 7
Arvox 54 54,855 252 5
Brasão
Descrição
Snakes: A Sociedade do Véu Negro

Nas eras em que o mundo ainda era regido pelo fio da espada e pelo peso da honra, surgiu nas sombras uma irmandade que não buscava coroas, nem tronos, nem glória cantada por bardos — mas sim lealdade inquebrável.

Chamavam-se Snakes: A Sociedade do Véu Negro.

Forjados na adversidade, seus membros não eram unidos por sangue, mas por juramento. Cada guerreiro que adentrava o círculo sagrado aceitava não apenas carregar o brasão da serpente, mas também o peso eterno da palavra empenhada. Diziam que a serpente dourada, enroscada na lâmina ancestral, não simbolizava traição — mas vigilância. Silêncio. Estratégia. Ataque preciso.

Viviam nas sombras para que seus aliados pudessem caminhar na luz.
Lutavam nas noites mais densas para que a aurora nascesse livre.

Entre eles não havia espaço para covardia, tampouco para abandono. Um Snake jamais deixava outro para trás. Se um caía, todos sentiam. Se um sangrava, todos avançavam. Se a morte se apresentasse no campo de batalha, eles a encaravam com os olhos firmes e o coração resoluto — pois melhor era tombar com honra ao lado dos irmãos do que viver na vergonha da deserção.

Seu lema ecoava antes de cada combate, sussurrado como oração e bradado como sentença:

“Não recuamos. Não esquecemos. Não falhamos.”

Recuar seria trair o juramento.
Esquecer seria negar a própria história.
Falhar seria abandonar aqueles que confiaram suas vidas à lâmina da serpente.

E assim marchavam — destemidos, estrategistas, implacáveis quando necessário — mas sempre fiéis. Pois acima da vitória estava a irmandade. Acima da conquista, a honra. E acima da própria vida, o pacto selado sob o Véu Negro.

Enquanto houver um Snake de pé, a chama da Sociedade jamais se apagará.