Mapa Classificação

Snakes: A Sociedade do Véu Negro

Propriedades
Nome da tribo:Snakes: A Sociedade do Véu Negro
Sigla:SNK
Número de membros:59
Pontos dos 40 melhores jogadores10.964.495
Total de pontos:11.750.394
Média de pontos:199.159
Classificação:7
Oponentes derrotados: 807.004.795 (6.)
» Ficha da tribo (link externo)

Membros da tribo

Nome Classificação Pontos Classificação global Aldeias
ExtremoSulL 1 3,033,167 144 333
GuueeeraT 2 1,161,435 215 192
Himself 3 448,476 243 95
Lari Queiroz 4 363,953 246 40
Arthos Valebrage 5 313,667 251 35
Varian Balak 6 282,435 254 31
Rei Kael 7 277,203 255 27
Maelik 8 256,414 262 32
Guilliman 9 246,709 265 32
Draven 10 245,458 266 29
MimilaDias 11 224,422 270 27
Galen 12 220,030 272 24
Alhos 13 217,729 273 53
Roderick Stormhardt 14 208,378 274 23
Elyon 15 201,219 276 24
Vael 16 198,790 277 21
Aric 17 191,012 281 21
Toren 18 177,126 284 25
Varric 19 168,040 288 20
Solen 20 164,487 290 24
Sareth 21 150,695 292 18
Zephan 22 150,071 293 17
Rei Daeron 23 138,873 298 17
Oryn 24 138,632 299 20
Price Ronan 25 136,209 302 17
Razen 26 135,691 303 16
Teste5k 27 129,242 307 18
Korrin 28 128,078 308 14
Tharos 29 122,216 310 18
Enzar 30 122,109 311 16
Kaeros 31 117,760 313 19
GermanHood 32 114,374 315 13
Alden 33 112,069 317 18
Varyn 34 109,881 319 13
Azrael 35 106,370 320 12
Caelum 36 104,333 322 14
Senhor Peixoto 37 99,824 324 11
Kaladin Stormblessed 38 86,345 328 13
Zephar 39 81,848 331 10
unintendedfli 40 79,725 333 9
Sir Garruk 41 77,995 334 9
Noctar 42 76,027 337 10
Mikaelz 43 65,876 345 9
nathansiq 44 58,519 352 7
Arvox 45 56,494 353 7
Malric 46 53,981 356 8
Cedric 47 52,533 360 5
Uriel 48 46,222 363 6
Ajaxx 49 46,090 364 10
Khael 50 42,807 366 5
Banana Madura 51 29,460 377 6
Orin 52 28,055 383 3
Baiacu do Nordeste 53 27,775 384 5
Cesar Eyerkaufer 54 22,535 393 5
Lady Seraph 55 21,632 396 5
Olórien 56 21,039 397 5
Rei Celtibero 57 20,425 400 5
O Homem da Marreta 58 19,623 404 4
Lior 59 18,811 407 2
Brasão
Descrição
Snakes: A Sociedade do Véu Negro

Nas eras em que o mundo ainda era regido pelo fio da espada e pelo peso da honra, surgiu nas sombras uma irmandade que não buscava coroas, nem tronos, nem glória cantada por bardos — mas sim lealdade inquebrável.

Chamavam-se Snakes: A Sociedade do Véu Negro.

Forjados na adversidade, seus membros não eram unidos por sangue, mas por juramento. Cada guerreiro que adentrava o círculo sagrado aceitava não apenas carregar o brasão da serpente, mas também o peso eterno da palavra empenhada. Diziam que a serpente dourada, enroscada na lâmina ancestral, não simbolizava traição — mas vigilância. Silêncio. Estratégia. Ataque preciso.

Viviam nas sombras para que seus aliados pudessem caminhar na luz.
Lutavam nas noites mais densas para que a aurora nascesse livre.

Entre eles não havia espaço para covardia, tampouco para abandono. Um Snake jamais deixava outro para trás. Se um caía, todos sentiam. Se um sangrava, todos avançavam. Se a morte se apresentasse no campo de batalha, eles a encaravam com os olhos firmes e o coração resoluto — pois melhor era tombar com honra ao lado dos irmãos do que viver na vergonha da deserção.

Seu lema ecoava antes de cada combate, sussurrado como oração e bradado como sentença:

“Não recuamos. Não esquecemos. Não falhamos.”

Recuar seria trair o juramento.
Esquecer seria negar a própria história.
Falhar seria abandonar aqueles que confiaram suas vidas à lâmina da serpente.

E assim marchavam — destemidos, estrategistas, implacáveis quando necessário — mas sempre fiéis. Pois acima da vitória estava a irmandade. Acima da conquista, a honra. E acima da própria vida, o pacto selado sob o Véu Negro.

Enquanto houver um Snake de pé, a chama da Sociedade jamais se apagará.