Mapa Classificação

Snakes: A Sociedade do Véu Negro

Propriedades
Nome da tribo:Snakes: A Sociedade do Véu Negro
Sigla:SNK
Número de membros:56
Pontos dos 40 melhores jogadores54.609.820
Total de pontos:55.662.032
Média de pontos:993.965
Classificação:5
Oponentes derrotados: 731.058.397 (6.)
» Ficha da tribo (link externo)

Membros da tribo

Nome Classificação Pontos Classificação global Aldeias
P3QU3N0 1 7,336,774 17 728
Rui V 2 6,693,341 25 683
Belite 3 6,010,042 31 607
Yvens Gracie 4 5,562,568 35 580
- Niko 5 4,629,195 66 504
Radiance7 6 4,507,661 71 505
nataps 7 2,810,375 139 317
P4ND4 8 2,256,865 170 237
GuueeeraT 9 2,206,087 174 327
ExtremoSulL 10 1,997,414 183 231
Rei rafael ribeiro 11 1,932,208 191 252
Himself 12 1,857,554 194 217
ancaster 13 1,761,328 200 242
Lari Queiroz 14 376,183 297 44
Maelik 15 303,267 308 38
Draven 16 292,721 309 41
Arthos Valebrage 17 289,384 310 38
Galen 18 257,796 317 36
Rei Kael 19 241,293 322 32
Guilliman 20 236,448 325 31
MimilaDias 21 224,647 329 35
Toren 22 185,373 339 29
Roderick Stormhardt 23 185,151 340 31
Vael 24 180,176 341 23
Arvox 25 177,342 342 29
Kaeros 26 173,751 343 30
Oryn 27 169,098 346 32
Varian Balak 28 165,641 347 31
Solen 29 159,643 350 24
Tharos 30 151,935 355 28
Mikaelz 31 148,612 357 31
Varric 32 147,786 358 19
Price Ronan 33 146,584 359 18
Zephan 34 135,416 367 18
Sareth 35 131,072 368 24
Aric 36 123,407 372 17
Thalon 37 119,677 373 22
Khael 38 113,251 375 21
Orin 39 108,107 377 16
Teste5k 40 104,647 379 10
Senhor Peixoto 41 95,310 384 12
Kaladin Stormblessed 42 88,033 390 12
Korrin 43 86,270 393 11
Alhos 44 85,150 394 42
Varyn 45 84,874 395 16
Elyon 46 79,265 400 18
nathansiq 47 74,397 401 8
Lior 48 63,437 406 14
Cedric 49 69,444 408 10
Azrael 50 67,020 411 10
Alden 51 60,495 420 13
Caelum 52 52,751 430 9
Malric 53 51,742 432 10
Noctar 54 47,203 436 7
Sir Garruk 55 35,022 449 8
Lady Seraph 56 11,799 507 2
Brasão
Descrição
Snakes: A Sociedade do Véu Negro

Nas eras em que o mundo ainda era regido pelo fio da espada e pelo peso da honra, surgiu nas sombras uma irmandade que não buscava coroas, nem tronos, nem glória cantada por bardos — mas sim lealdade inquebrável.

Chamavam-se Snakes: A Sociedade do Véu Negro.

Forjados na adversidade, seus membros não eram unidos por sangue, mas por juramento. Cada guerreiro que adentrava o círculo sagrado aceitava não apenas carregar o brasão da serpente, mas também o peso eterno da palavra empenhada. Diziam que a serpente dourada, enroscada na lâmina ancestral, não simbolizava traição — mas vigilância. Silêncio. Estratégia. Ataque preciso.

Viviam nas sombras para que seus aliados pudessem caminhar na luz.
Lutavam nas noites mais densas para que a aurora nascesse livre.

Entre eles não havia espaço para covardia, tampouco para abandono. Um Snake jamais deixava outro para trás. Se um caía, todos sentiam. Se um sangrava, todos avançavam. Se a morte se apresentasse no campo de batalha, eles a encaravam com os olhos firmes e o coração resoluto — pois melhor era tombar com honra ao lado dos irmãos do que viver na vergonha da deserção.

Seu lema ecoava antes de cada combate, sussurrado como oração e bradado como sentença:

“Não recuamos. Não esquecemos. Não falhamos.”

Recuar seria trair o juramento.
Esquecer seria negar a própria história.
Falhar seria abandonar aqueles que confiaram suas vidas à lâmina da serpente.

E assim marchavam — destemidos, estrategistas, implacáveis quando necessário — mas sempre fiéis. Pois acima da vitória estava a irmandade. Acima da conquista, a honra. E acima da própria vida, o pacto selado sob o Véu Negro.

Enquanto houver um Snake de pé, a chama da Sociedade jamais se apagará.