Mapa Classificação

Snakes: A Sociedade do Véu Negro

Propriedades
Nome da tribo:Snakes: A Sociedade do Véu Negro
Sigla:SNK
Número de membros:59
Pontos dos 40 melhores jogadores32.391.048
Total de pontos:32.767.337
Média de pontos:555.379
Classificação:7
Oponentes derrotados: 285.798.804 (9.)
» Ficha da tribo (link externo)

Membros da tribo

Nome Classificação Pontos Classificação global Aldeias
P3QU3N0 1 4,288,484 26 478
Belite 2 3,870,474 36 400
Rui V 3 3,800,636 39 427
Yvens Gracie 4 2,940,024 67 373
Radiance7 5 2,806,614 78 349
GuueeeraT 6 2,051,135 129 258
- Niko 7 1,836,465 148 242
nataps 8 1,784,221 152 238
ancaster 9 1,379,915 197 164
P4ND4 10 1,238,834 218 178
Himself 11 1,100,762 245 134
Rei rafael ribeiro 12 1,056,957 252 175
ExtremoSulL 13 1,023,040 257 149
CavMachine 14 717,697 305 112
Lari Queiroz 15 216,239 388 37
Arthos Valebrage 16 171,898 398 34
Guilliman 17 159,306 400 32
Maelik 18 154,893 403 26
Toren 19 117,978 414 23
Galen 20 117,457 415 26
Draven 21 111,253 419 27
K.A.M.I.K.A.Z.E 22 106,035 423 29
Varian Balak 23 102,443 426 23
Solen 24 98,885 431 22
Roderick Stormhardt 25 96,428 432 22
MrFreme 26 95,363 434 27
Rei Kael 27 91,413 440 26
Tharos 28 87,574 444 18
Vael 29 82,727 446 14
Zephan 30 80,462 448 15
Price Ronan 31 75,734 451 14
Arvox 32 73,096 452 25
Varric 33 69,846 456 14
Orin 34 65,674 461 21
Sareth 35 58,010 468 16
Khael 36 54,841 472 19
Kaeros 37 53,523 473 23
Teste5k 38 53,376 474 10
Thalon 39 52,376 476 20
Mikaelz 40 48,960 479 17
nathansiq 41 45,352 484 8
Oryn 42 37,480 493 16
MimilaDias 43 34,073 500 26
Aric 44 28,918 514 9
Korrin 45 26,587 519 7
Kaladin Stormblessed 46 25,898 523 8
Cedric 47 21,110 534 9
Noctar 48 19,802 538 6
Lior 49 19,157 539 14
Sir Garruk 50 17,097 545 2
Senhor Peixoto 51 15,776 552 5
Varyn 52 13,590 559 10
Malric 53 13,479 560 6
Alden 54 12,858 562 5
Azrael 55 11,623 569 4
Caelum 56 10,776 576 4
Elyon 57 10,146 667 2
Lagoinha do Leste 58 8,727 807 4
Lady Seraph 59 3,840 1812 1
Brasão
Descrição
Snakes: A Sociedade do Véu Negro

Nas eras em que o mundo ainda era regido pelo fio da espada e pelo peso da honra, surgiu nas sombras uma irmandade que não buscava coroas, nem tronos, nem glória cantada por bardos — mas sim lealdade inquebrável.

Chamavam-se Snakes: A Sociedade do Véu Negro.

Forjados na adversidade, seus membros não eram unidos por sangue, mas por juramento. Cada guerreiro que adentrava o círculo sagrado aceitava não apenas carregar o brasão da serpente, mas também o peso eterno da palavra empenhada. Diziam que a serpente dourada, enroscada na lâmina ancestral, não simbolizava traição — mas vigilância. Silêncio. Estratégia. Ataque preciso.

Viviam nas sombras para que seus aliados pudessem caminhar na luz.
Lutavam nas noites mais densas para que a aurora nascesse livre.

Entre eles não havia espaço para covardia, tampouco para abandono. Um Snake jamais deixava outro para trás. Se um caía, todos sentiam. Se um sangrava, todos avançavam. Se a morte se apresentasse no campo de batalha, eles a encaravam com os olhos firmes e o coração resoluto — pois melhor era tombar com honra ao lado dos irmãos do que viver na vergonha da deserção.

Seu lema ecoava antes de cada combate, sussurrado como oração e bradado como sentença:

“Não recuamos. Não esquecemos. Não falhamos.”

Recuar seria trair o juramento.
Esquecer seria negar a própria história.
Falhar seria abandonar aqueles que confiaram suas vidas à lâmina da serpente.

E assim marchavam — destemidos, estrategistas, implacáveis quando necessário — mas sempre fiéis. Pois acima da vitória estava a irmandade. Acima da conquista, a honra. E acima da própria vida, o pacto selado sob o Véu Negro.

Enquanto houver um Snake de pé, a chama da Sociedade jamais se apagará.