Mapa Classificação

Snakes: A Sociedade do Véu Negro

Propriedades
Nome da tribo:Snakes: A Sociedade do Véu Negro
Sigla:SNK
Número de membros:59
Pontos dos 40 melhores jogadores15.963.280
Total de pontos:16.190.639
Média de pontos:274.418
Classificação:10
Oponentes derrotados: 18.242.568 (18.)
» Ficha da tribo (link externo)

Membros da tribo

Nome Classificação Pontos Classificação global Aldeias
P3QU3N0 1 2,585,532 24 284
Rui V 2 2,119,072 45 234
Belite 3 1,558,810 84 190
Radiance7 4 1,373,081 105 180
Yvens Gracie 5 1,105,059 161 125
GuueeeraT 6 1,050,117 169 169
nataps 7 937,492 192 110
K.A.M.I.K.A.Z.E 8 752,587 247 113
ExtremoSulL 9 509,911 326 76
- Niko 10 491,862 334 71
Himself 11 481,270 338 64
Rei rafael ribeiro 12 481,019 339 89
P4ND4 13 448,645 358 74
Guilliman 14 149,206 512 17
Tharos 15 107,919 533 13
Lari Queiroz 16 100,408 542 13
Thalon 17 93,785 547 11
MimilaDias 18 93,013 548 10
Roderick Stormhardt 19 93,257 549 12
Mikaelz 20 90,358 553 11
Rei Kael 21 90,025 554 11
Galen 22 87,062 558 11
Sareth 23 86,053 560 11
Varian Balak 24 85,201 562 10
Arthos Valebrage 25 81,686 570 14
Kaeros 26 80,604 573 11
Maelik 27 79,712 575 12
Draven 28 79,124 576 10
Lior 29 76,985 577 9
Solen 30 76,010 578 11
Arvox 31 72,754 580 9
Orin 32 68,078 585 9
Lady Seraph 33 64,256 590 6
Oryn 34 63,525 592 9
Toren 35 61,836 594 9
Khael 36 54,246 606 7
MrFreme 37 49,838 609 8
Uriel 38 34,377 629 4
Zephan 39 26,980 655 8
Price Ronan 40 22,525 673 6
Vael 41 21,925 680 7
Alden 42 21,469 683 3
Varric 43 19,250 691 6
Azrael 44 17,778 699 2
Sir Garruk 45 15,142 714 3
Varyn 46 15,038 716 2
Lord Aeris 47 13,930 725 2
nathansiq 48 13,521 731 3
Senhor Peixoto 49 12,727 736 3
Aric 50 12,473 739 3
Cedric 51 9,053 897 1
Malric 52 8,701 911 1
Sr. Sariel 53 8,514 916 2
Noctar 54 8,461 918 1
Kaladin Stormblessed 55 7,745 935 1
Caelum 56 7,413 955 1
Elyon 57 7,300 959 1
Korrin 58 6,539 997 1
Enzar 59 380 2373 1
Descrição
Snakes: A Sociedade do Véu Negro

Nas eras em que o mundo ainda era regido pelo fio da espada e pelo peso da honra, surgiu nas sombras uma irmandade que não buscava coroas, nem tronos, nem glória cantada por bardos — mas sim lealdade inquebrável.

Chamavam-se Snakes: A Sociedade do Véu Negro.

Forjados na adversidade, seus membros não eram unidos por sangue, mas por juramento. Cada guerreiro que adentrava o círculo sagrado aceitava não apenas carregar o brasão da serpente, mas também o peso eterno da palavra empenhada. Diziam que a serpente dourada, enroscada na lâmina ancestral, não simbolizava traição — mas vigilância. Silêncio. Estratégia. Ataque preciso.

Viviam nas sombras para que seus aliados pudessem caminhar na luz.
Lutavam nas noites mais densas para que a aurora nascesse livre.

Entre eles não havia espaço para covardia, tampouco para abandono. Um Snake jamais deixava outro para trás. Se um caía, todos sentiam. Se um sangrava, todos avançavam. Se a morte se apresentasse no campo de batalha, eles a encaravam com os olhos firmes e o coração resoluto — pois melhor era tombar com honra ao lado dos irmãos do que viver na vergonha da deserção.

Seu lema ecoava antes de cada combate, sussurrado como oração e bradado como sentença:

“Não recuamos. Não esquecemos. Não falhamos.”

Recuar seria trair o juramento.
Esquecer seria negar a própria história.
Falhar seria abandonar aqueles que confiaram suas vidas à lâmina da serpente.

E assim marchavam — destemidos, estrategistas, implacáveis quando necessário — mas sempre fiéis. Pois acima da vitória estava a irmandade. Acima da conquista, a honra. E acima da própria vida, o pacto selado sob o Véu Negro.

Enquanto houver um Snake de pé, a chama da Sociedade jamais se apagará.